Um pouco de tudo e nada ao mesmo tempo.

Posts marcados ‘Armazenamento’

Quick Office agora é gratuito. E dá espaço gratis!

Quick officeO Google anunciou hoje pela página do Drive no Google Plus que a partir de hoje, o Quick Office passa a ser um aplicativo gratuito. O Quick Office havia sido comprado pelo Google há mais de um ano, mas pouco se viu de mudanças desde a aquisição. A novidade de hoje promete mudar isso definitivamente. A integração com o Drive passou a ser completa, e hoje, seguindo o padrão dos produtos Google, passou também a ser gratuito.

O aplicativo está disponível para Android e iOS em suas respectivas lojas, e torna possível editar e armazenar documentos do Office em dispositivos móveis ou desktops, tudo interligado à sua conta Google, que compartilha o espaço entre o Drive, Gmail, Google Photos etc.

E para tornar melhor ainda a novidade, todos que vincularem o aplicativo a uma conta Google até o próximo dia 26 de setembro de 2013, irão ganhar ainda mais 10Gb de espaço no Drive, válidos por dois anos, que serão adicionados nas próximas semanas.

(mais…)

Anúncios

O futuro das mídias: Cientistas armazenam 700TB de dados em 1 grama de DNA

DNA. Imagem: Wikipedia

George Church é professor de genética da Harvard Medical School, e irá lançar seu próximo livro no dia 02 de outubro. Porém, sua obra já bateu um recorde histórico, com 70 bilhões de cópias armazenadas. Sim. Armazenadas. Todas essas cópias do livro, o equivalente a 700 Terabytes de dados, foram copiadas em apenas 1 grama de DNA.

Segundo o artigo publicado no site da Harvard Medical School, teoricamente, 4 gramas de DNA poderiam armazenar todo o conteúdo digital produzido pela humanidade no período de um ano.

Para conseguir a façanha, os dados do livro foram convertidos em código binário, que foi então sintetizado em base de DNA e depois compactado em partes menores. O resultado final apresentou uma margem de erro de apenas 10 bits corrompidos.

Conforme o The Guardian, o armazenamento em DNA pode evoluir para ser o novo padrão de armazenamento, uma vez que é relativamente simples recodificar os dados para um formato legível por computadores, e os dado gravados podem, em teoria, ser conservados por milhares de anos em um formato universal, que pode ser interpretado facilmente pelas futuras gerações.

É claro que nem tudo é perfeito. A tecnologia ainda é cara (o que é absolutamente normal quando se trata de inovações).  Mas o principal problema, em verdade, é que os dados não podem ser regravados. É impossível alterá-los após a gravação. Dado o espaço insanamente grande disponível para gravação, talvez essa limitação torne-se banal no futuro. Segundo os estudos, espera-se que a nova tecnologia de gravação em DNA torne-se comum para o público e capaz de substituir os atuais HDD,s e cartões de memória dentro dos próximos dez anos. Eu mal posso esperar!

Fonte: The Guardian

%d blogueiros gostam disto: