Um pouco de tudo e nada ao mesmo tempo.

Matemática: Esse game eu sempre joguei no HARD!

O ser humano sempre teve uma necessidade inata de organizar de maneira numeral sua relação com a natureza.

Assim, desde o surgimento da agricultura (ou até antes disso) até a Idade Média, o meio mais eficiente para realizar tal organização era a nossa boa e velha matemática feita à mão, assim nos digam os senhores Pitágoras, Menelau, Tales ou Carlão.

Máquina de Calcular de Schickard

Máquina de Calcular de Schickard

E com o intuito de facilitar a vida de pessoas como eu, pessoas como o Senhor Wilhelm Schickard desenvolveram máquinas capazes de facilitar operações matemáticas, ou seja, inventaram as CALCULADORAS.

Wilhelm Schickard  (1592-1635 – é, faz tempo) construiu a primeira máquina capaz de somar, subtrair, multiplicar e dividir.

Era bem precária, como podemos ver, mas ainda sim era notável.

Tudo bem, tudo bem … não vou ofender a galera mais “roots” que pode dizer que o Ábaco é muito mais antigo. A Wikipedia informa que o Ábaco foi criado pelos Mesopotâmios a mais de 5500 anos, e esta seria a primeira calculadora já registrada.

Todavia, de antemão me permita discordar: O resultado matemático oferecido pelo Ábaco era registrado na “cabeça” do operador através da manipulação do instrumento e não em em um visor como na máquina de Schickard.

Assim, os historiadores em geral consideram a máquina de Schickard a primeira calculadora pelo fato do resultado da operação aritmética ser “automaticamente” apresentada em um visor sem necessidade de mentalização do cálculo.

A partir da criação Schickard, outros matemáticos como Blaise Pascal (1623-1666) passaram a se dedicar a criação de aparelhos semelhantes, que por sua sofisticação necessitavam de linguagem própria para funcionamento: era o embrião (bem primitivo, praticamente um procarionte) da Linguagem de Programação, já que assim como nossos modernos computadores, tablets e smartphones, estas máquinas de calcular necessitavam de linhas de comando específicos para seu funcionamento.

Aliás, a linguagem de programação Pascal tem esse nome em homenagem a Blaise Pascal.

Seguindo os estudos deixados por estes grandes matemáticos, 100 anos depois, um engenheiro mecânico inglês desenvolveu dois projetos revolucionários: e este é o assunto do nosso próximo post, não perca!

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Comentários em: "O “Elo Perdido” entre a Pena e o Smartphone – Parte 1" (2)

  1. Olha só quem apareceu!! 😉

    Bem vindo de volta!

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